domingo, 22 de novembro de 2009

Entrevista Churrascaria Gaitaço

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Uma Nova Possibilidade


Vivemos numa terra rica em diversidades, oriundas das mais variadas e longinqüas etnias, Italianos, Alemães, Poloneses, Austriacos, Japoneses entre outros tantos.

Pessoas diferentes, com culturas e costumes diferentes, mas que formam em uma só unidade essa maravilha étnica que é o Estado de Santa Catarina, muito bem distribuido em suas regiões, das quais destacamos: Oeste e Meio Oeste Catarinense, onde a força do homem do campo brota como a semente cultivada no solo, onde o vinho, é doce como a uva dos parreirais dos vales.

Região Serrana e Planalto Norte, a força da pecuária e da madeira. Norte com a esploração mineral, Sul com a industria textil e por fim o Litoral, com o turismo a pesca e a cultura açoriana já retratada neste blog.

Um único Estado, diversas opções, novas oportunidades que ai estão para todo aquele que acredita na força do trabalho, que se emciona com as paisagens, que aquece o coração com o frio mas, que principalmente é apaixonado por Santa Catarina.

Seja na industria, no comércio, nas artes, no cultivo do solo ou no turismo, este é o verdadeiro palco de oportunidades.

Texto criado pelo grupo
Conheça Santa Catarina

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Fenaostra 2009

Teve inicio neste dia 16/10/2009, a 11ª FENAOSTRA, (Festa Nacional Da Ostra e da Cultura Açoriana), no Centro-Sul em florianópolis, recheada de atrações como shows, concursos gastronomicos, a festa é repleta de informações culturaios que realmente enriquecem de conhecimento todos os seus visitantes.

Hoje Santa Catarina responde por cerca de 90% da produção Nacional de ostras, lugar invejavel, visto a totalidade de extensão de mar em nosso país.

Mas o que mais chama a atenção são os aspectos ligados a cultura açoriana, de forte presença no litoral catarinense e pricipalmente da Ilha de Santa Catarina.

sábado, 15 de agosto de 2009

O Agronegócio Catarinense

Segundo informacoes do Instituto de Planejamento e Economia Agricola de SC (CEPA), da Epagri, nesta segunda-feira (15), o agronegocio catarinense exportou ate julho 2005 US$ 1,85 bilhao (FOB). Este valor corresponde a 58,9% de todas as exportacoes catarinenses no periodo. Dentre os itens que mais contribuiram para este montante estao: carne de aves (US$ 590,9 milhoes), madeira e obras de madeira (US$ 313,2 milhoes), carne suina (US$ 299,7 milhoes), moveis de madeira (US$ 254,9 milhoes), fumo (US$ 113,3 milhoes) e papel e papelao (US$ 101,4 milhoes).

Quando comparado com o mesmo periodo de 2004 (janeiro a julho), pode-se verificar que houve acrescimos de 22,6% no total exportado pelo agronegocio e de 20,8% no total geral exportado por Santa Catarina.

O Estado deteve 8,6% das exportacoes do agronegocio do Brasil e 4,9% das exportacoes totais do pais. Estes numeros indicam, mais uma vez, a importancia que o setor representa para a economia catarinense.

Analisando-se em detalhe os blocos de produtos, a producao animal e de seus derivados e a que tem maior participacao relativa nas exportacoes catarinenses, ou seja, Santa Catarina foi responsavel por 19,3% das exportacoes brasileiras deste item. A industria da madeira, papel e papelao e a segunda em ordem de importancia relativa em Santa Catarina, respondendo por 16,3% das exportacoes nacionais para este item.

Quanto as importacoes, o estado importou ate julho US$ 1,10 bilhao (FOB). Deste total, US$ 191,5 milhoes (17,3%) sao de produtos do agronegocio. Dai, conclui-se que o estado e superavitario em sua balanca comercial (exporta mais do que importa), e sobretudo em sua balanca comercial de produtos do agronegocio, os quais sao os principais responsaveis por este superavit na balanca comercial catarinense.

O Brasil importou neste ano (ate julho) US$ 40 bilhoes, e deste total, apenas US$ 2,4 bilhoes tiveram origem no agronegocio.

Fonte: Empresa de Pesquisa Agropecuaria e Extensao Rural de SC SA

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Boi de Mamão Catarinense

A brincadeira do Boi existe no folclore brasileiro com diversos nomes: bumba-meu-boi, boi-bumbá, boi-de-reis, boizinho, boi-da-cara-preta, boi-pintadinho, etc. Conta-se que certa vez, em Santa Catarina, com pressa de se fazer uma cabeça para um boi de pano, foi usado um mamão verde, o que levou a denominar-se desde então de boi-de-mamão. Mas há quem contrarie essa versão dizendo vir o nome boi-mamão do boi que mana.

DO BUMBA-MEU-BOI À BOI-DE-MAMÃO

Apesar dos muitos estudos sobre o assunto, ainda existem dúvidas sobre o surgimento da primeira brincadeira do boi na ilha de Santa Catarina. Acredita-se que tenham sido os nordestinos que fizeram sua transposição para a ilha. Mas Câmara Cascudo registra no Dicionário do Folclore Brasileiro: "Houve também na Espanha e Portugal os touros tingidos, feitos de vime e bambu, um arcabouço de madeira frágil e leve, recoberto de pano, animado por um homem no seu bojo, dançando e pulando para afastar o povo e mesmo desfilando diante dos Reis."

O primeiro registro em Santa Catarina desta folia é de 1871, contada por José Boiteux, em seu livro “Águas Passadas”, onde descreveu uma dança realizada em Desterro (antigo nome de Florianópolis). Antigamente a brincadeira era conhecida como “Boi de Pano”, mas com a pressa de se fazer à cabeça foi utilizado um mamão verde para fazer a cabeça do boi, daí seu nome atual.

Entretanto, em 1840, em Pernambuco, o padre Lopes Gama registrava, no periódico de sua propriedade, "O Carapuceiro", a presença de certo folguedo dizendo:

"De quantos recreios, folganças e desenfados populares há nesse nosso Pernambuco, eu não conheço um tão tolo, tão estúpido e destituído de graça como o, aliás, conhecido Bumba-meu-boi. Em tal brinco não se encontra um enredo, uma verossimilhança, nem ligação; é um agregado de disparates. Um negro metido debaixo de uma baieta é o boi; um capadócio enfiado pelo fundo de um panacu velho, chama-se o cavalo-marinho". E o padre Lopes da Gama continuava verberando os seus impropérios contra o tal bumba-meu-boi, que ele vai descrevendo nos mínimos detalhes...


Com esse registro e a notícia de José Boiteux há uma diferença de 31 anos. Considerando-se a precariedade das comunicações dessa época, podemos concluir que realmente foram os portugueses que transpuseram para a ilha do Desterro o bumba-meu-boi, dando razão a Câmara Cascudo.

No município de Laguna, o pesquisador Rubem Ulysséa encontrou dentre os personagens do Boi-de-mamão, o Mateus que dança acompanhado da Mãe Catarina, sua mulher. É bom lembrar, que no bumba-meu-boi do Nordeste existe a figura de uma mulher chamada Catirina, uma razão a mais para se acreditar que antes de ser boi-mamão, era realmente bumba-meu-boi.


Doralécio Soares, em suas pesquisas de campo, encontrou em 1968, em Jaguará do Sul, um bumba-meu-boi onde quase todas as figuras se apresentavam em duplas. Dois bois, dois cavalos-marinhos, duas bernúncias, dois cabritos, duas onças, macacos, casal de vovôs, Satanás, casal de dongola (galinha), casal de Mariola, Nhô Bastião, Nhô Zaru, Sarará, Bicho Sugão, bruxas e outros. Também encontrou a seguinte cantoria:


"O meu boi morreu

O que será de mim

Vamos buscar outro, ó maninha

Lá no Piauí".


Esse é um verso encontrado no bumba-meu-boi do Nordeste, dando claras evidências que a brincadeira chegou à Santa Catarina trazida na bagagem dos nordestinos, até que surgiu a versão catarinense.


Do Bumba-meu-boi ou boi-de-pano para o boi-de-mamão, não se sabe ao certo o ano em que houve a mudança do nome, mas que aconteceu, isso não se discute. Mas, não só o nome mudou, como também houve a introdução de novas figuras. Essas são as mais diversas, procurando os criadores sempre embelezar o auto das apresentações.


O BOI DE MAMÃO VERDE


O Boi-de-Mamão é hoje, uma das manifestações mais populares do litoral Catarinense, revela em sua manifestação um auto dramático, encenado com alegre coreografia e ao som de uma cantoria contagiante que encanta e envolve crianças e adultos. É uma versão catarinense dos folguedos do bumba-meu-boi tão conhecido no Norte e Nordeste do Brasil.


O auto popular do "Boi-de-mamão" nos lugares onde predominam os descendentes lusos, os chamados descendentes italianos ou de teutos, de brasileiros ou caboclos, ou, onde o estrangeiro aquelas festividades próprias do luso ou do seu descendente. O boi sempre foi festejado por ser uma importante figura como força de trabalho para os engenhos e para os transportes.


Quanto à época da sua realização há variantes, em que se enquadram todas dentro do período que vai do Natal ao Carnaval.


Em algumas localidades, como na colônia Maria Luíza, foram incorporadas á festa do boi catarinense as danças do pau-de-fitas e das balainhas, para introduzir o folguedo, antes da presença do boi.

A história do auto conta o drama do boi que fica doente, morre e é ressuscitado, para a alegria dos participantes. Ela se divide em cenas, cada qual com música, letra e seu personagem central próprio.


HISTÓRIA DA ORIGEM DO NOME


A história do Boi-de-Mamão iniciou-se quando um menino foi até a venda comprar bolacha e biscoitos para sua mãe tomar café às 6 horas da tarde.


Outro menino, um vizinho, enquanto isso, preparou um mamão maduro bem grande, fez dois furos, amarrou um cordão no pé do mamão e acendeu um pedacinho de vela dentro da fruta. E, quando o outro menino ia passando com o biscoito e a bolacha, ele puxou o cordão, dando um enorme susto no garoto, que jogou para o alto suas compras e saiu em disparada. Entrou em sua casa, gritando como louco:

-"Um boi de mamão, um boi de mamão!...."


A mãe, sem saber do acontecido e com pena do filho, foi até a vizinha pedir uma explicação. Essa não tardou em explicar que:


-"Foi o meu menino que pegou um mamão bem maduro, bem vermelho por dentro, fez dois furos, acendeu uma vela dentro dele e pregou o maior susto em seu filho".


Nesse momento, os dois meninos passaram a brigar, mas as mães conseguiram separá-los, prometendo realizar um outro tipo de brincadeira de Boi. Costuraram um Boi de pano que levou o nome de Boi-de-Mamão. Um dos meninos era o vaqueiro e o outro brincava vestindo a roupa do Boi.


Em seguida, atraído pelas risadas da brincadeira, chegou mais um menino que quis participar. Ficou sendo o Mateus. Chega então uma menina, que acabou assumindo a personagem Maricota. Mas daí, foram se chegando outros meninos da comunidade. Um brincou debaixo da fantasia de urubu, que deve beliscar o boi quando ele morre. Outro vestiu o cavalinho, que deveria laçar o Boi e, foi assim que nasceu essa maravilhosa e alegre brincadeira que ainda hoje, percorre cantos e recantos, desdobrando-se em diferentes espaços, ocupando as mais variadas caras e jeitos.


RENASCENDO À CADA ANO


O Boi-de-Mamão é uma brincadeira muito popular, que continua sendo realizada anualmente. O Boi já morreu e renasceu em muitos momentos históricos, mas não devemos nos esquecer, que ele renasce sempre nas mãos das pessoas, que vêm carregadas de seus desejos.

Esse Boi exige, some, reaparece, se curva, vai brincando com a vida e alegrando os corações de crianças e adultos.

O Boi-de-Mamão que está ainda por aí, é um boi brincante que nos ensina que todos podemos ter esperanças de dias melhores.

Ele é um Boi para ser sentido, olhado, mas também para ser vivido.


FIGURANTES e EVOLUÇÃO DO FOLGUEDO


Entre os figurantes do auto temos:

O "vaqueiro", chefe do bando, que é assim denominado no Vargedo, em outros lugares é conhecido como "Chamador", ou ainda por "Mateus". Ele vai sempre a frente, tendo à mão um bordão para chamar o "boizinho". Nas cidades de Joinville e Florianópolis o Mateus é uma espécie de palhaço que utiliza máscara e ajuda o médico a salvar o boi. Ao lado de outros figurantes, Mateus teatraliza o espaço vago das apresentações e é a figura de maior destaque no quadro da morte do boi.


O elemento principal como o próprio nome indica é o boi, portanto, personagem obrigatório. Consiste em uma armação de madeira, sobre a qual estendem um pano grande, branco ou preto, com remendos da cor, imitando as manchas do couro do boi natural. Sob a armação vai o "brincador" (como o chamam). Ao boizinho dão um nome qualquer: Pintado, Malhado (Boi Pampa), etc. A não ser na hora em que brinca, o boizinho mantêm-se deitado. Atende só aos chamados do "Chamador", seu patrão. O "brincador" é mudado, de vez em quando, para não cansar. Há localidades, como em Jaguará do Sul, que existem bois chamados de Surtão ou Jaraguá (metade preto e metade branco), que é um tipo de bernúncia, que brinca de pé com um só personagem, com a mesma bocarra, sem cantoria própria, apenas citada na cantoria dos bichos.


Encontramos também, com a mesma persistência o "Cavalinho" (para homenagear o tropeiro que guiava a boiada) com exceção da localidade de Lajeado, onde não aparece.


A "Cabra", aparece, tão somente nos autos do Rio das Pedras e de Capivara e Conquista.

Há o marimbondo miudinho, com asas e tudo, com cantoria própria, o Cururu, o cachorro, que espanta o urubu quando este vem pinicar o boi doente, o macaco a virar cambalhotas pelo terreiro afora, o urso que comeu o milho do roçado e, sempre recolhendo dinheiro, a Jaruva, o leão, o jacaré e a girafa.


A "Bernúncia"(um tipo de dragão que engole gente) é totalmente catarinense, mas que segundo alguns estudos, seria uma estilização do dragão chinês, trazida para nossa cultura pelos imigrantes. O primeiro registro desse personagem foi realizado na cidade de São José, próximo a Florianópolis, a partir de 1920. A Bernúncia é um bicho medonho, guiado pelos dançadores que ficam serpenteando debaixo do seu corpo de pano. A figura é uma espécie de gigantesca cobra de tecido com uma enorme cabeça de papelão que anda entre os participantes abrindo e fechando sua bocarra, em busca de alguém para engolir. Quem é comido, passa a fazer parte do corpo do bicho, aumentando seu tamanho. Parece estar associada às histórias do bicho-papão ou da cuca que gosta de sair atrás das crianças para comê-las. Algumas vezes é apresentado o Barão, o parceiro macho da Bernúncia, com aspecto maior e mais fantasmagórico. A boca cheia de dentes e o corpo coberto de barba-de-pau presa ao pano dá ao personagem um aspecto monstruoso.


Também encontramos a gigantesca Maricota, que pode ser chamada de Tiroleza em algumas localidades. A Maricota é uma armação de madeira, com uns três metros de altura, tendo por dentro um cruzamento entre a armação que é acolchoada, a fim de ficar sobre os ombros da pessoa que brinca dentro dela. No centro da armação alguns colocam um pau, com o qual o brincador mantém o equilíbrio da figura. O rosto é uma máscara com a fisionomia de mulher, de dimensões exageradas. Os braços são soltos e em uma das mãos carrega uma bolsa. Com os movimentos do dançador, os braços se abrem e, propositadamente, atingem as pessoas. O vestido que cobre a armação é de chita estampada berrante. Das orelhas pendem brincos enormes.

Doralécio nos conta que encontrou em uma encenação do boi em Imbituba outra figura de uma mulher gigante chamada de Saborosa. A cabeça e o rosto eram de porongo. Os olhos, a boca e o nariz eram abertos, forrados com papel vermelho transparente. No seu interior haviam colocado uma vela acesa, de maneira que de longe dava a impressão de que a boneca estava viva, considerando-se que essas brincadeiras são realizadas sempre à noite.


"Palhaços"e "Mascarados" são encontrados nos folguedos de Lajeado. Estes são trajados com roupas velhas, máscaras e bordão. Os mascarados são incumbidos de pedir esmolas aos donos das casas que visitam. Toda a receita arrecadada, muitas vezes, são oferecidas à Igreja local.

O "Doutor", tem funções de benzedor, pois com um galhinho qualquer diz:


"Eu benzo este boi

Com um galhinho de manjericão

O dono da casa

Tem que pagar um patacão!"

Eis algumas letras das cantorias dos trovadores repentistas:

"O meu boi é de mamão!

Coro: É sim, senhor!

Ora bumba, meu boi

Coro: Lá vai o boi!

Ó meu cavalinho

Entra cá prá dentro

Que o dono da casa

Já te deu licença

O meu boi é de mamão! etc...etc..

Ó meu cavalinho

De sela amarela

Não namora as moças

Que elas são donzelas!

O meu boi é de mamão! etc...etc..

Brinca Bernúncia, brinca

Ela brinca bem.

Se não brincar direito

Ela aqui não vem.

O meu boi é de mamão! etc...etc.."

sair pela cidade/Vou usar minha razão/Eu vou mudar esta história
Com o meu boi de mamão/Vou acabar co’esta tristeza/De ver meu povo chorar
Eu quero ver muita folia/Quero ver meu boi brincar

É a maricota dançando na rua/Mostrando que a luta não pode parar
É o jaraguá com a meninada/É o povo unido no mesmo lugar
É o vaqueiro na peça do boi/Aprendeu com a vida não pode errar
Oi abram alas minha gente/Que a bernuncia quer passar

Eu vou botá meu boi na rua/Quero ver meu boi brincar.


A brincadeira aborda um tema épico (a morte e ressurreição do boi). Apresenta a pantomima das investidas do boi, a sua morte, a encenação da cura, envolvendo todos os personagens, culminando com a ressurreição do boi.


A “cantoria” acompanha toda a apresentação cantando versos alusivos às figuras e à dramatização. Os instrumentistas são três, normalmente tocando um violão, um cavaquinho e um pandeiro.

O folguedo do Boi-de-mamão é uma das manifestações mais significativas da cultura popular catarinense. Está presente nos municípios do litoral e principalmente em Florianópolis, Capital de Santa Catarina, onde concentra o maior número de grupos.


UM BRASIL DE MUITOS PAÍSES......


Este é o nosso Brasil, terra de "festança" o ano inteiro, de todos os jeitos e para todos os gostos.

É bumba-meu-boi no Norte e no Nordeste. É Boi-de-mamão no litoral de sol e magia Catarinense, que transforma o povo e as ruas em quadros de pura alegria e exaltação da vida.

Entremeado de culturas, o Brasil é terra de muitos países.....


Lugar de transformação contínua, que nos devolveu em seiva e encantos os corpos que lhe confiamos. Aqui se vive, se canta e se encena a miscigenação das raças, no embalo de esperanças animadoras e iluminadas, que são nossas tradições e costumes e que refletem a riqueza da imaginação de nosso povo.


Um Brasil de muitos países....terra de sons mágicos, ritmos de encantamento, de filhos amados e hospitaleiros, de lucilante seduções e magnificente colorido...Oásis para ambiciosos audazes, onde aportaram culturas diferentes e de desconcertante requinte.


Venha, a mesa está posta! Pratos decorados com sedutoras heranças já estão servidos. Sente-se e desfrute deste maravilhoso arsenal de raízes etnicas, aureoladas de glória e saber profundo.


Bibliografia:

Dança Brasil - Gustavo Côrtes

Folclore Catarinense - Doralécio Soares

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Rendas de Bilro



A renda de bilro surgiu no século XV, na Itália. Anos depois, a arte do rendado chegou à França invadindo a Corte do Rei Luís XIV e os centros produtores de Portugal. Com a colonização portuguesa, esta arte chegou ao Brasil. Hoje, devido à forte presença açoriana em Santa Catarina, as mulheres que "trocam bilros" (batem os pauzinhos) concentram-se na Lagoa da Conceição, em Florianópolis.

A avenida das rendeiras como ficou sendo conhecida devido a intensidade, de rendeiras que trabalhavam, é o caminho para quem vai as prais do leste, destacamos a praia da Joaquina como ponto referencial.

Hoje porém, esta atividade tem perdido espaço, sendo praticada por poucas rendeiras, que ainda cultivam esta arte, e que ao mesmo tempo temem que desapareça, pelo não surgimento de novas rendeiras.

Acreditamos, que esta atividade simbolo da ilha será perpetuada, ja que é um dos grandes atrativos turisticos do litoral Catarinense.

terça-feira, 21 de julho de 2009

VIII Encontro Brasileiro de Jovens Tradicionalistas


Neste final de semana de 24 à 26 de julho estará acontecendo em Florianópolis o VIII Encontro da Juventude Tradicionalista da CBTG, que tem por finalidade promover a integração do jovem com suas origens, além de difundir as raízes do tradicionalismo, promovendo o estreitamento das relações sociais existentes em todos os aspectos histórico-sociais que abragem a tradição gaúcha.

Durante o evento, serão realizadas palestras, seminários e uma olimpíada tradicionalista, além de uma grande tertúlia de comfraternização, com o intuito de estreitar os laços de amizade entre tradicionalistas de todos os cantos do país e desenvolver no jovem o sentimento de valorização de sua cultura e o seu desenvolvimento como ser humano.

Segue abaixo a programação:

Convidados de Honra

Dorvilio José Calderan – Presidente da CBTG

Itamar Sebastião Mattos – Presidente do MTG/SC

Odacir Zonta – Deputado Federal

Luiz Henrique da Silveira – Governador do Estado de Santa Catarina

Gilmar Knaesel – Secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte de Santa Catarina

Dário Elias Berger – Prefeito Municipal de Florianópolis

Djalma Vando Berger – Prefeito Municipal de São José

Organização

Danúbia Kulba da Silva – 1ª Prenda da CBTG

Allan Sievert – 1º Peão Tradicionalista da CBTG

Danielle Amorim Silva – 1ª Prenda Adulta do MTG/SC

Celívio Holz – Diretor Cultural da CBTG

Adyva Stein Holz – Assessora Cultural da CBTG

Colaboração

Prendas e Peões Tradicionalistas da CBTG

Prendas e Peões dos MTG’s e Federações que compõem a CBTG

Informações

Data

24, 25 e 26 de julho de 2009

Local

Hotel Itaguaçu

Av. Ivo Silveira, n.º 3.861

Bairro Capoeiras – Florianópolis – Santa Catarina

http://www.hotelitaguacu.com.br

Contatos

– Danúbia: (48) 9121-0117 – danubiakulba@hotmail.com

– Allan : (47) 9112-0235 – allansievert@hotmail.com


Encontro Brasileiro de

Jovens Tradicionalistas

(VIII Encontro da Juventude

Tradicionalista da CBTG)



“Temos as mãos, o sentimento do mundo e a certeza

de que o jovem não é o amanhã, ele é o agora.”

24, 25 e 26 de julho de 2009

Florianópolis – Santa Catarina

Convite

É com imensa satisfação que a CBTG – Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha, o MTG/SC – Movimento Tradicionalista Gaúcho do Estado de Santa Catarina, a 1ª Prenda e Diretora do Departamento Jovem da CBTG, Srta. Danúbia Kulba da Silva, o 1º Peão Tradicionalista e Diretor do Departamento Jovem da CBTG, Sr. Allan Sievert, e a 1ª Prenda Adulta do MTG/SC, Srta. Danielle Amorim Silva, têm a honra de convidar Vossa Senhoria para participar do Encontro Brasileiro de Jovens Tradicionalistas (VIII Encontro da Juventude Tradicionalista da CBTG), a realizar-se nos dias 24, 25 e 26 de julho de 2009, no Hotel Itaguaçu, em Florianópolis, Santa Catarina.

O evento é uma iniciativa do Departamento Jovem e do Departamento Cultural da CBTG, e tem por objetivos resgatar e preservar os valores e a real filosofia da cultura tradicionalista gaúcha; unir os jovens tradicionalistas, com o intuito de fortalecer cada vez mais a nossa tradição; descobrir potencialidades para liderança e incentivar a formação de líderes; proporcionar um intercâmbio cultural entre os MTG’s e Federações que compõem a CBTG, e tradicionalistas em geral; e orientar e trocar experiências com os jovens que integrarão os Departamentos Jovens dos seus MTG’s ou Federações.

A participação de todos os MTG’s e Federações do Brasil é de fundamental importância para o fortalecimento do valor à cultura tradicionalista gaúcha.

Danúbia Kulba da Silva

1ª Prenda e Diretora do Departamento Jovem da CBTG

Allan Sievert

1º Peão Tradicionalista e Diretor do Departamento Jovem da CBTG

Danielle Amorim Silva

1ª Prenda Adulta do MTG/SC

Celívio Holz

Diretor Cultural da CBTG

Adyva Stein Holz

Assessora Cultural da CBTG

Programação

24 de julho de 2009 (sexta)


18:00

Recepção e credenciamento.

20:00

Solenidade de abertura.

21:30

Jantar.


25 de julho de 2009 (sábado)


07:00

Café da manhã.

08:00

Saída para o passeio: “Tour pelo Centro Histórico de São José e pela Ilha de Santa Catarina”.

12:00

Almoço no Hotel Itaguaçu.

14:00

Início das atividades.

Palestra: “Motivação Interativa”, com Ainor Lotério.

15:00

Palestra: “Visão do Tradicionalismo Gaúcho no Brasil e no Mundo”, com Celívio Holz (Diretor Cultural da CBTG).

16:00

“Coffee break”.

17:00

Dinâmica em grupo, com Danúbia Kulba da Silva (1ª Prenda e Diretora do Departamento Jovem da CBTG) e Allan Sievert (1º Peão Tradicionalista e Diretor do Departamento Jovem da CBTG).

18:00

Intervalo.

19:30

Jantar.

20:30

Olimpíada tradicionalista (com tertúlia livre após a olim-píada).


26 de julho de 2009 (domingo)


08:30

Café da manhã.

09:30

Reinício das atividades.

Palestra: “Sustentabilidade Econômica do Movimento”, com Wilson Porto (Diretor Geral da CBTG).

10:30

Olimpíada tradicionalista (continuação): apresentação do grupo indicado no sábado.

11:00

Solenidade de encerramento – momento de confraterni-zação.

12:00

Almoço.


quinta-feira, 16 de julho de 2009

Agricultura Familiar Catarinense


Não é de hoje que sabemos que o Estado de Santa Catarina, em sua quase totalidade, é formado por levas de familias de colonos, oriundos de diversos países e regões do país, e que até hoje a agricultura do estado se baseia no uso de mão de obra familiar.

Falo das pequenas propriedades rurais, onde a força de trabalho empregada é a da familia, pai, mãe e filhos, utilizam na sua maioria tecnicas já ultrapassadas, muitas delas ainda rudimentares, com grande emprego do trabalho braçal e uso de força de tração animal.

Porém, nos últimos anos essa realidade tem se modificado de forma gradativa e linear, através de varios projetos de valorização da agricultura familiar, através de cursos de profissionalização de entidades Federais e Estaduais, entre as quais destaco EPAGRI, SENAR e CIDASC, além dos projetos Casas Familiares Rurais e doMar, levando nossas familias rurais a bterem condições de permanecerem na atividade agricola e com isso conseguirem melhores condições de vida e impulsionarm a economia do Estado através da agropecuária.

Agricultura Familiar Catarinense uma atividade de sucesso.

terça-feira, 14 de julho de 2009

O Melhor Festival de Danças do País é Aqui

Comtemplamos de 15 à 25 de julho de 2009, o 27º Festival de Danças de Joinville, onde os melhores grupos e companhias de dança do mundo marcarão presença.

Praticamente todos os ingressos para o festival já foram vendidos, principalmente para a noite dos campeões, que sempre é um grande espetáculo, já que não se sabe quem serão os grupos dentro das diversas modalidades disputadas, que farão suas apresentações.

Destacamos as apresentações em Palco Aberto, distribuidos por diversos pontos da cidade, um epetáculo a parte de forma gratuita para o público, que não pode comprar os ingressos, ou não dispõe de tempo para assistir as apresentações.

Temos ainda, o sempre belo e fenomenal anfitrião, a Escola do Ballet Bolshoi no Brasil, que pude ter a honra de prestigiar uma celebre apresentação durante o FIMC em Florianópolis, à participação inédita do Grupo Francês de Street Dance S´poat, além das oficinas, seminários, feiras, cursos e mostras de dança contemporânea que acontecerão durante o evento.

Vale a pena conferir, pois toda a graça e beleza da dança mundial, estará aqui no nosso Estado, para deleite de todos.

Segue abaixo a programação do Festival

Noite de abertura: 16 de julho, 20h, no palco principal do Centreventos Cau Hansen - apresentação de espetáculo com companhia de dança convidada.

Mostra Competitiva: 17, 18, 19, 21, 22, 23, 24 e 25 de julho, 19h, no palco principal do Centreventos Cau Hansen - apresentação de espetáculo com grupos e escolas de dança, nos gêneros Balé Clássico de Repertório, Balé Clássico, Dança Contemporânea, Sapateado, Jazz, Danças Populares e Dança de Rua.

Noite de Gala: 20 de julho, 20h, no palco principal do Centreventos Cau Hansen - apresentação de espetáculo com companhia de dança convidada.

Noite dos Campeões: 26 de julho, 20h, no palco principal do Centreventos Cau Hansen - apresentação de espetáculo com os grupos e escolas de dança classificados em primeiro lugar na Mostra Competitiva.

Palcos Abertos: de 17 a 26 de julho, em diversos horários e cerca de 15 diferentes locais (praças, bairros, hospitais, indústrias, centros comerciais, entre outros) - espetáculos gratuitos realizados por grupos e escolas de dança inscritos no Festival.

Mostra de Dança Contemporânea: 17 a 20 de julho, 22h, no Teatro Juarez Machado (anexo ao Centreventos Cau Hansen) - apresentação de espetáculos com companhias de dança convidadas.

Encontro das Ruas: 19 e 20 de julho, das 11 às 18 horas,- programação envolvendo atividades como Batalhas de B-Boys, Free Style, poping, loking, MC's, Mostra de Grafite, workshops e debates.

Meia Ponta: 21 e 22 de julho, 14h e 16h e dia 23 de julho às 15h, no Teatro Juarez Machado (anexo ao Centreventos Cau Hansen) - mostra infantil não competitiva, com apresentação de grupos e escolas de dança, nos gêneros Balé Clássico de Repertório, Balé Clássico, Sapateado, Jazz, Danças Populares e Dança de Rua.

Seminários de Dança: 24 a 26 de julho, das 9h às 17h, - evento destinado ao público acadêmico e aos participantes do Festival com participação de doutores, mestres e pesquisadores em dança de diversas regiões do Brasil.

Curso e Oficinas: de 20 a 25 de julho, em diversos horários e locais - programação com mais 35 cursos e 2 mil vagas em aulas destinadas a estudantes e profissionais de dança.

Dança Comunidade: de 20 a 25 de julho - programação didática e social destinada a jovens de bairros da periferia de Joinville, com cerca de 120 vagas.

Feira da Sapatilha: de 16 a 26 de julho, das 10 as 23 horas, no Expocentro Edmundo Doubrawa (anexo ao Centreventos Cau Hansen) - participação de mais de 70 expositores, entre os quais estão as principais marcas de produtos de dança do Brasil, além estantes institucionais e de artesanato regional. A feira oferece ainda Espaço Literário, Praça de Alimentação e um Palco Aberto para apresentações dos grupos e escolas de dança, inscritos no Festival.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Vivendo Florianópolis


Situada no centro-leste do Estado de Santa Catarina, Florianópolis é considerada a Capital Turistica, do Mercosul.

Encontra-se na Ilha de Santa Catarina, banhada pelo Oceano Atlântico, é uma região de belezas naturais raras, onde juntamente com a região continental formam um conjunto de 100 praias, algumas praticamente intocadas e desertas.

É a capital brasileira com maior indice de desenvolvimento humano, segundo relatório da ONU, e a quarta cidade brasileira em qualidade de vida.

Seus primeiros habitantes foram os índios carijós de origem tupi-guarany, mas existem registros de povoamento de civilizações dos sambaquis datadas de 4800 a.C..

Seu maior cartão postal é a Ponte Hercilio Luz, a primeira forma de ligação da ilha com o continente. Florianópolis abriga hoje uma populaçõ de cerca de 400 mil habitantes.

Seu primeiro nome foi Ilha de Santa Catarina, depois quando passou a categoria de vila foi chamada de Nossa Senhora do Desterro, até tornar-se cidade onde passou a chamar-se Desterro, após o Fim da Revolução Federalista de 1894, Hercilio Luz mudou o nome para Florianópolis em homenagem ao Presidente Floriano Peixoto.

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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Guartelá - Beleza dos Campos Gerais


Localizado no planalto dos Campos Gerais, do Paraná entre os Municipios de Castro e Tibagi, Guartelá é um canyon, composto por diversos tipos de formações rochosas cortado pelo rio Iapó, sendo considerado o maior canyon brasileiro e o 6º maior do mundo.

Formado por ecossistema riquissimo, é protegido pelo Parque Estadual de Guartelá, onde suas brumas encobrem uma densa floresta de Araucária (pinheiro do Paraná).
tendo o pôr do sol como um de seus mais belos espetaculos.

Guartelá é hoje uma região cheia de atrativos, principalmente o ecoturismo, nessa região que forma o Vale do Rio Iapó.

Destacamos entre as principais atrações caminhadas ecológicas, rafting, rapel de cachoeiras, além de toda fauna e flora que constitui o maior atrativo de todos.

Sendo considerado Patrimonio Natural Brasileiro, é um dos mais belos roteiros de viagens, atraindo turistas de diversas partes do Brasil e do Mundo, realmente vale a pena conhecer

sexta-feira, 26 de junho de 2009

O Estado do Paraná

Situado na região sul do Brasil, o Estado do Paraná ocupa uma area de 199.314 km², tem como Capital a Cidade de Curitiba, considerada uma das mais bem polanejadas e urbanizadas do mundo.

Faz fronteiras com os Estado de SC, SP, RJ, MS, além da Argentina e Paraguai. Sua economia baseia-se na agropecuária, industria, agronegócios e transporte.

Tem NO Porto de Paranaguá um dos maiores polos de exportação brasileiro.

Histórica e culturalmete o Paraná,e detentor de histórias interessantissimas, além de aspectos culturais e geograficos de grande importancia dentro do contexto Nacional, e que a partir de agora começaremos a acompanhar.

Novidade no Raízes Nativas

O raízes Nativas é um espaço democrático da cultura Sul Brasileira, e como não poderia deixar de ser a partir de hoje estyaremos enfocando assuntos ligados ao estado do Paraná, enfocando de maneira abrangente e especicifica os aspectos ligados aos três Estados que compõe a região Sul do país.

Um Grande abraço aos amigos paranaenses e sejam bem vindos ao raízes Nativas.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

O Centauro do Sul


Parceiro histórico dos gaúchos, o cavalo crioulo, tem origem de animais de linhagem Lusitana trazidos para as américas por Hernán Cortés no séculoXVI, que dispersados pelos campos, cruzaram entre si, e que ganharam uma conformação mais rústica devido aos aspectos climáticos e geográficos do continente.

São animais de porte mediano, com uma conformação morfofisiologica extremamente adaptada, ao clima e topografia da região, mostram-se fortes e resistente.

Extremamente difundido na américa do sul, principalmente na bacia cisplatina e região sul do Brasil, o cavalo crioulo é muito utilizado no manejo do gado, e em provas campeiras da tradição gaúcha, entre outras tantas como enduro rural e croos country.

Teve sua imagem destacada durante a revolução Farroupilha (1835 - 1845), utilizado em grande parte devido a sua robustez e agilidade além da grande docilidade e fácil manuseio.

Hoje encontra-se difundido em praticamente toda américa. No Brasil a ABCCC (Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Crioulo) é quem determina os padrões da raça, registro de animais e provas de confirmação, como o já tradicional Freio de Ouro.